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O Banquete

A República de Platão é o livro mais conhecido do filósofo grego. Contudo, em "O Banquete", também conhecido como Simpósio, Platão vai discutir as naturezas do amor e da alma.

Estamos conversados.

06.10.21 | Servido por José Manuel Alho

Sobre o Dia Mundial do Professor, ontem assinalado, destaco:

  1. A celebração promovida, à distância, por uma das grandes federações sindicais de docentes, não fosse a bolha em que (há muito) vivem rebentar e... apanharem um resfriado.
  2. O vídeo motivacional, extraordinariamente oportuno, sentido e prenho de gratidão, do Ministro da Educação, que reproduzo em baixo (atente-se no 2:28):

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Implantação da República, 5 de outubro de 1910.

05.10.21 | Servido por José Manuel Alho

a.jpgA Implantação da República Portuguesa foi o resultado de uma revolução organizada pelo Partido Republicano Português, iniciada no dia 2 de outubro e vitoriosa na madrugada do dia 5 de outubro de 1910, que destituiu a monarquia constitucional e implantou um regime republicano em Portugal.
Diversas forças militares sublevam-se na noite de 3 para 4 de outubro 1910 contra a monarquia. Após acesos combates esta é derrubada e dois dias depois proclama-se a República.
A proclamação da República é feita das varandas da Câmara Municipal de Lisboa na manhã do dia 5 de Outubro de 1910. Trata-se do resultado de um longo processo, iniciado ainda no século XIX, que foi criando na população, especialmente em algumas elites, a vontade de mudar o regime.
Os confrontos que envolvem civis e militares, de um lado e do outro, a partir do dia 3 de Outubro, dão a vitória ao partido republicano.
Logo no dia 5 o rei e a família abandonam Portugal embarcando na Ericeira a caminho do exílio.5 de Outubro, Implantação da República- saiba mais aqui https://bit.ly/33xD3MF

 

Imagem retirada daqui

Sobre a greve dos professores.

04.10.21 | Servido por José Manuel Alho

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Hoje, é dia de greve dos professores, convocada pelo Sindicato Independente de Professores e Educadores (SIPE).

Respeito mas não aprecio greves que possam ser encaradas como expediente para as famosas "pontes" ou das que se agendam para a sextas-feiras de modo a prolongar fins-de-semana. É minha convicção de que acabam por ter um efeito pernicioso e até contraproducente, que não convencem nem ganham a opinião pública.

No entanto, se há classe profissional que tem motivos (ver aqui, aqui, aqui e aqui) para se sentir profundamente maltratada é a docente. Nesta matéria, não há imaculados. Da direita à esquerda, tem sido um fartar de iniquidades, que já vem do início deste século. Estranhamente, quem deveria motivar, acarinhar e valorizar os professores aparenta estar mais apostado em chicoteá-los no pelourinho onde se exalta a ira da populaça. É que já nem ao (poderoso) instituto da palavra recorrem! 

Infelizmente, as grandes federações sindicais - absolutamente essenciais à regulação e fortalecimento do mundo laboral - têm acumulado fracassos e derrotas retumbantes. O atual modelo de representação sindical, tal qual o conhecemos, está ultrapassado. As lideranças, há muito cristalizadas no cargo, parecem não aceitar que chegou o momento da saída. É preciso um refrescamento geracional, que garanta maior eficácia e melhor representatividade.

Atualmente, estas lideranças sindicais têm a força que resulta da sua credibilidade junto dos seus associados: pouca. Poucochinha.

Aliás, não se compreende que, perante tão volumoso chorrilho de injustiças, os sindicatos de professores - persistentes na denúncia da falta de auscultação e de negociação da tutela com os parceiros - não tenham sido consequentes, recorrendo, mais vezes, aos tribunais.

E depois lembramo-nos das perversidades que foram impostas aos monodocentes, com a cumplicidade vexatória dos seus representantes. Uma nódoa que arruinou a coesão da classe.

À semelhança do que acontece com o setor da Educação progressivamente entregue às autarquias, também no mundo sindical existem numerosas oportunidades para mudar e inovar.  Se bem que nem toda a mudança signifique inovação. Ao contrário: toda a inovação implica uma mudança.

Da libertação.

01.10.21 | Servido por José Manuel Alho

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Ainda que com notório intento de retirar proveito político, hoje parece iniciar-se o regresso a uma espécie de normalidade.

Ainda bem. Sinal de que, com o empenho e a responsabilidade de muitos, a situação evoluiu favoravelmente.

Confesso alguma tristeza por saber agora que alguns restaurantes, que eram pontos de refúgio, encerraram portas ou, simplesmente, dispensaram funcionários. De facto, nada ficou como dantes.

Vou estranhar entar num espaço que me é familiar e já lá não ver quem, bastando olhar para a minha cara do dia, sabia o que me recomendar ou quem, no fim da refeição, sabia o whisky que aprecio. Cumplicidade(s) sem preço.

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