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O Banquete

A República de Platão é o livro mais conhecido do filósofo grego. Contudo, em "O Banquete", também conhecido como Simpósio, Platão vai discutir as naturezas do amor e da alma.

Reposicionamento Justo na Carreira Docente e Garantia de Princípios Constitucionais e Europeus de Igualdade Profissional

29.09.25 | Servido por José Manuel Alho

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Divulgando:

"🎯Formulário de Recolha de Assinaturas  –  Iniciativa Legislativa de Cidadãos – Projeto de Lei

⚠️ Atenção: Este formulário serve exclusivamente para recolher os dados necessários à subscrição válida da Iniciativa Legislativa de Cidadãos (ILC) apresentada à Assembleia da República, nos termos da Lei n.º 17/2003, de 4 de junho que regula o exercício do direito de iniciativa legislativa por cidadãos eleitores. 🔒Proteção de Dados: Os dados recolhidos serão utilizados única e exclusivamente no âmbito da validação da presente Iniciativa Legislativa de Cidadãos, não sendo partilhados com terceiros, exceto com a Assembleia da República e a entidade responsável pela verificação de autenticidade das assinaturas e serão tratados com confidencialidade, de acordo com a legislação em vigor.                               

📌 Objetivo: Reposicionamento Justo na Carreira Docente para Todos os Professores. 🗂️Exposição de Motivos - Projeto de Lei :👉Texto Oficial da Iniciativa - Projeto de Lei 

👉Texto do Projeto de Lei (sob a forma de artigos)

 ✅ Comissão Representativa: Luísa Amaral, António José Dias Ferreira, João Carlos da Cruz Pereira D’Almeida, José Joaquim Pereira da Silva, Maria Ester Salgueiro Ribeiro, Maria Teresa Monteiro Pires de Carvalho de Noronha e Castro "

clicar AQUI

A Barbie envelheceu: o espelho da imperfeição perfeita

29.09.25 | Servido por José Manuel Alho

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Esta imagem, de uma ironia mordaz, confronta-nos com a utopia da eterna juventude.

A Barbie, ícone de perfeição inatingível, surge aqui com as marcas naturais do tempo, rugas e flacidez, numa dissonância hilariante. É um murro no estômago dos padrões de beleza irrealistas, que nos empurram para uma busca incessante contra o inevitável.

Que sirva de lição: a beleza reside na autenticidade das histórias que o tempo esculpe em nós, não na plástica estéril.

Ouvir sem ajoelhar: o poder da tolerância lúcida

28.09.25 | Servido por José Manuel Alho

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Tolerar não é capitular. Entender o outro não significa subscrever as suas ideias, mas sim reconhecer a sua humanidade.

No mundo profissional e até mesmo no político, onde os egos gritam mais alto que os argumentos, a verdadeira maturidade está em (saber) escutar sem a necessidade de aplaudir. 

Compreender visões distintas não enfraquece as nossas convicções — torna-nos lúcidos. A democracia vive desse equilíbrio: de podermos discordar com respeito e resistir com clareza. Só quem teme o contraditório confunde escuta com rendição.

Braga: indisciplina à solta. Quem paga o preço?

26.09.25 | Servido por José Manuel Alho

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Imagem retirada do site Correio da Manhã, notícia de 26 de setembro de 2025.

Urgência de uma Lei atualizada

O Estatuto do Aluno, aprovado há mais de uma década, já nasceu com fragilidades que a passagem do tempo só agravou. Hoje é um quadro normativo obsoleto e incapaz de enfrentar as novas realidades das escolas portuguesas. A ascensão dos comportamentos disfuncionais, os desafios tecnológicos e a multiplicidade cultural exigiam, há muito, uma revisão rigorosa, flexível e adaptada aos contextos sociais contemporâneos. Em Braga, o episódio violento protagonizado por uma criança de sete anos, diagnosticada com patologia de agressividade, expõe todas as lacunas, do acompanhamento precoce às medidas de responsabilização parental e à capacidade real das escolas para proteger alunos, professores e funcionários. A Lei n.º 51/2012 tornou-se uma muleta legislativa: serve de desculpa e pouco mais.

Indisciplina e desresponsabilização: uma tempestade anunciada

Os gritos de alarme vindos das salas de aula têm ecoado em fóruns, cartas abertas e notícias, apontando para uma escalada real da indisciplina. Professores e diretores veem-se, diariamente, expostos à impotência face a ocorrências graves, já não restritas à adolescência, mas a partir do 1.º Ciclo do Ensino Básico, como demonstrado em Braga. A falta de sanções eficazes, a tibieza dos mecanismos disciplinares e a absoluta inoperância das estruturas de tutela tornam a escola portuguesa um terreno fértil para reincidências e para um clima de insegurança generalizado. E, sobre tudo isto, paira uma incompreendida complacência política e pedagógica: a tutela aparenta assobiar para o lado, a sociedade debate o acessório, enquanto se vai sacrificando a dignidade dos profissionais, dos pais que procuram soluções, e das próprias crianças em sofrimento.

Pais, Escola e tutela: um triângulo de equívocos e omissões

Os pais são, por vezes, chamados à corresponsabilização, mas os mecanismos legais e sociais que viabilizariam essa cooperação são débeis, lentos ou inexistentes. Já a articulação entre Escola, autarquias, CPCJ e entidades de apoio social padece do mesmo mal: é, na maioria das vezes, mais fantasia do que realidade operacional. O caso de Braga indicia ser paradigmático: todos sabem, poucos intervêm, e, ao que parece, ninguém se compromete realmente com a segurança e o bem-estar das crianças. A tutela sorri em eventos, nomeia grupos de trabalho, mas, quando confrontada com a dor real e a violência, estará a cumprir as suas obrigações ou, simplesmente, a demitir-se delas? O resultado está à vista: escolas a ferro e fogo, crianças desprotegidas e professores na linha da frente, mas sem escudo nem respaldo institucional.

A verdade mijada no horário nobre

25.09.25 | Servido por José Manuel Alho

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Gloriosos aqueles tempos em que, na alvorada de uma nova televisão, fomos confrontados com a pergunta que, ainda hoje, poderia definir o estado da nação: “Urinou a tampa da sanita na casa do primo na passagem de ano?”.

Se isto não foi serviço público, então o que será? Naquela conjuntura, o programa “Máquina da Verdade” transformou-se num esgoto de confissões higiénicas. Desde sempre, Portugal lava mais roupa suja em horário nobre do que num tanque comunitário.

Um banquete para um banqueiro: a essência do "Epitáfio" de José Paulo Paes

24.09.25 | Servido por José Manuel Alho

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Esta imagem, de um excerto do poema "Epitáfio para um banqueiro", por José Paulo Paes (JPP), mais do que um convite à reflexão, é uma bofetada de luva branca. JPP, com a sua mestria na concisão, destila a vida e o legado de um banqueiro através de uma sequência decrescente, quase matemática, de existência.

Começamos com "negócio", o pilar da sua vida, a sua razão de ser, o verbo que o definia. Segue-se "ego", inevitável nas figuras de poder, a projeção de si mesmo, a medida do seu valor no mundo dos homens. Depois, o "ócio", talvez um vislumbre do que poderia ter sido, ou a ironia do tempo livre finalmente alcançado, mas sem propósito. E a desconstrução continua, com o "cio", a vida biológica, o instinto básico, reduzido a uma sílaba, quase um lamento.

Finalmente, o "0". O nada. A anulação. Uma metáfora pungente do vazio que, por vezes, se esconde por trás de impérios construídos sobre números e transações. O "0" não é apenas o fim, é a síntese mordaz de uma existência que, desprovida de humanidade, se desvanece na insignificância. É a derradeira provocação de Paes, a perguntar: o que resta quando o negócio, o ego, o ócio e o cio se diluem? Resta, garantidamente, o vazio.

A "receita" que pode transformar dias comuns em experiências extraordinárias

23.09.25 | Servido por José Manuel Alho

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A felicidade, muitas vezes, não está em grandes feitos, mas nos pequenos gestos e atitudes diárias que cultivamos.

Esta "receita" lembra-nos da importância de ouvir o coração, de valorizar as amizades, de espalhar alegria e de, acima de tudo, permitirmo-nos amar e ser amados. Que cada passo aqui sugerido nos inspire a construir uma vida mais feliz e preenchida.

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