A República de Platão é o livro mais conhecido do filósofo grego. Contudo, em "O Banquete", também conhecido como Simpósio, Platão vai discutir as naturezas do amor e da alma.
"🎯Formulário de Recolha de Assinaturas – Iniciativa Legislativa de Cidadãos – Projeto de Lei
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✅ Comissão Representativa: Luísa Amaral, António José Dias Ferreira, João Carlos da Cruz Pereira D’Almeida, José Joaquim Pereira da Silva, Maria Ester Salgueiro Ribeiro, Maria Teresa Monteiro Pires de Carvalho de Noronha e Castro "
Esta imagem, de uma ironia mordaz, confronta-nos com a utopia da eterna juventude.
A Barbie, ícone de perfeição inatingível, surge aqui com as marcas naturais do tempo, rugas e flacidez, numa dissonância hilariante. É um murro no estômago dos padrões de beleza irrealistas, que nos empurram para uma busca incessante contra o inevitável.
Que sirva de lição: a beleza reside na autenticidade das histórias que o tempo esculpe em nós, não na plástica estéril.
Tolerar não é capitular. Entender o outro não significa subscrever as suas ideias, mas sim reconhecer a sua humanidade.
No mundo profissional e até mesmo no político, onde os egos gritam mais alto que os argumentos, a verdadeira maturidade está em (saber) escutar sem a necessidade de aplaudir.
Compreender visões distintas não enfraquece as nossas convicções — torna-nos lúcidos. A democracia vive desse equilíbrio: de podermos discordar com respeito e resistir com clareza. Só quem teme o contraditório confunde escuta com rendição.
O Estatuto do Aluno, aprovado há mais de uma década, já nasceu com fragilidades que a passagem do tempo só agravou. Hoje é um quadro normativo obsoleto e incapaz de enfrentar as novas realidades das escolas portuguesas. A ascensão dos comportamentos disfuncionais, os desafios tecnológicos e a multiplicidade cultural exigiam, há muito, uma revisão rigorosa, flexível e adaptada aos contextos sociais contemporâneos. Em Braga, o episódio violento protagonizado por uma criança de sete anos, diagnosticada com patologia de agressividade, expõe todas as lacunas, do acompanhamento precoce às medidas de responsabilização parental e à capacidade real das escolas para proteger alunos, professores e funcionários. A Lei n.º 51/2012 tornou-se uma muleta legislativa: serve de desculpa e pouco mais.
Indisciplina e desresponsabilização: uma tempestade anunciada
Os gritos de alarme vindos das salas de aula têm ecoado em fóruns, cartas abertas e notícias, apontando para uma escalada real da indisciplina. Professores e diretores veem-se, diariamente, expostos à impotência face a ocorrências graves, já não restritas à adolescência, mas a partir do 1.º Ciclo do Ensino Básico, como demonstrado em Braga. A falta de sanções eficazes, a tibieza dos mecanismos disciplinares e a absoluta inoperância das estruturas de tutela tornam a escola portuguesa um terreno fértil para reincidências e para um clima de insegurança generalizado. E, sobre tudo isto, paira uma incompreendida complacência política e pedagógica: a tutela aparenta assobiar para o lado, a sociedade debate o acessório, enquanto se vai sacrificando a dignidade dos profissionais, dos pais que procuram soluções, e das próprias crianças em sofrimento.
Pais, Escola e tutela: um triângulo de equívocos e omissões
Os pais são, por vezes, chamados à corresponsabilização, mas os mecanismos legais e sociais que viabilizariam essa cooperação são débeis, lentos ou inexistentes. Já a articulação entre Escola, autarquias, CPCJ e entidades de apoio social padece do mesmo mal: é, na maioria das vezes, mais fantasia do que realidade operacional. O caso de Braga indicia ser paradigmático: todos sabem, poucos intervêm, e, ao que parece, ninguém se compromete realmente com a segurança e o bem-estar das crianças. A tutela sorri em eventos, nomeia grupos de trabalho, mas, quando confrontada com a dor real e a violência, estará a cumprir as suas obrigações ou, simplesmente, a demitir-se delas?O resultado está à vista: escolas a ferro e fogo, crianças desprotegidas e professores na linha da frente, mas sem escudo nem respaldo institucional.
Gloriosos aqueles tempos em que, na alvorada de uma nova televisão, fomos confrontados com a pergunta que, ainda hoje, poderia definir o estado da nação: “Urinou a tampa da sanita na casa do primo na passagem de ano?”.
Se isto não foi serviço público, então o que será? Naquela conjuntura, o programa “Máquina da Verdade” transformou-se num esgoto de confissões higiénicas. Desde sempre, Portugal lava mais roupa suja em horário nobre do que num tanque comunitário.
Esta imagem, de um excerto do poema "Epitáfio para um banqueiro", por José Paulo Paes (JPP), mais do que um convite à reflexão, é uma bofetada de luva branca. JPP, com a sua mestria na concisão, destila a vida e o legado de um banqueiro através de uma sequência decrescente, quase matemática, de existência.
Começamos com "negócio", o pilar da sua vida, a sua razão de ser, o verbo que o definia. Segue-se "ego", inevitável nas figuras de poder, a projeção de si mesmo, a medida do seu valor no mundo dos homens. Depois, o "ócio", talvez um vislumbre do que poderia ter sido, ou a ironia do tempo livre finalmente alcançado, mas sem propósito. E a desconstrução continua, com o "cio", a vida biológica, o instinto básico, reduzido a uma sílaba, quase um lamento.
Finalmente, o "0". O nada. A anulação. Uma metáfora pungente do vazio que, por vezes, se esconde por trás de impérios construídos sobre números e transações. O "0" não é apenas o fim, é a síntese mordaz de uma existência que, desprovida de humanidade, se desvanece na insignificância. É a derradeira provocação de Paes, a perguntar: o que resta quando o negócio, o ego, o ócio e o cio se diluem? Resta, garantidamente, o vazio.
A felicidade, muitas vezes, não está em grandes feitos, mas nos pequenos gestos e atitudes diárias que cultivamos.
Esta "receita" lembra-nos da importância de ouvir o coração, de valorizar as amizades, de espalhar alegria e de, acima de tudo, permitirmo-nos amar e ser amados. Que cada passo aqui sugerido nos inspire a construir uma vida mais feliz e preenchida.