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O Banquete

A República de Platão é o livro mais conhecido do filósofo grego. Contudo, em "O Banquete", também conhecido como Simpósio, Platão vai discutir as naturezas do amor e da alma.

Basta de calvários: por um calendário escolar mais justo para crianças e professores

O fardo solitário da monodocência em calendários insensatos

03.11.25 | Servido por José Manuel Alho

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Um apelo à ação

Está aberta a subscrição de uma petição que luta por um calendário escolar racional, humano e digno para a Educação Pré-Escolar e o 1.º Ciclo do Ensino Básico. O documento, disponível aqui, exige que o final do ano letivo destes ciclos coincida, finalmente, com os restantes anos do ensino básico. Apelo, sem rodeios e sem desculpas, à adesão massiva dos leitores deste espaço.

Méritos da petição

Esta iniciativa do SPLIU recusa, com firmeza e fundamento, a visão das escolas como depósitos de crianças e denuncia a desumanidade de prolongar sessões letivas extenuantes quando já não há predisposição nem condições para a aprendizagem. Defende um calendário sensato que respeite os ritmos, as necessidades e o bem-estar de todos, alunos e professores, invocando também justiça social para as famílias, que se veem obrigadas a gastar ainda mais para garantir ocupações privadas para os filhos.

O peso da experiência e da reflexão

A minha intervenção neste debate tem décadas de história. Assinalei repetidamente no meu blog os disparates e a indiferença institucional subjacentes à gestão tosca do calendário escolar, nomeadamente nos seguintes artigos, que recomendo vivamente:

As minhas reflexões, experiências como professor no terreno e ex-responsável político local sempre abonaram a favor de um modelo sensato de organização letiva, onde a dignidade infantil e docente não sejam moeda de troca para descansar governantes.

Ligue-se ao movimento

Não se limite ao conformismo. Subscreva e divulgue. Este é um passo mínimo, mas fundamental, para arrancar das mãos da burocracia política a solução para um problema que desafia o mais elementar bom senso. Quem cala, consente – e o silêncio, como tantas vezes denunciei, é comodismo, saturação, desistência.

Fontes para aprofundar