Mesmo sendo uma figura de cortar a respiração, ninguém quer saber de mim…
27.06.25 | Servido por José Manuel Alho

Acho que preciso de um hobby... toda a gente foge de mim como da Morte!
Mesmo a Morte, essa figura universal e implacável, tem os seus dias de solidão e de crise de identidade. No fundo, talvez só queira ser compreendida, ou — ironia das ironias! — sentir-se viva.
Afinal, quem nunca se sentiu um pouco evitad@, mesmo fazendo apenas o seu trabalho? Talvez a empatia de uma boa escuta seja o único remédio, até para quem nos leva no fim da consulta.