O Tempo: juiz silencioso e implacável
01.11.25 | José Manuel Alho | comentar
O tempo não se apressa, mas também não perdoa. Hoje somos fortes, amanhã poderemos ser frágeis. A imagem do pássaro e das formigas recorda(-nos) que nada é permanente: poder, beleza e sucesso são passageiros. Basta um sopro, um (...)