Poder local: o silêncio dos aplausos
Quando o ruído da bajulação abafa o som amargo da verdade.
07.11.25 | José Manuel Alho | comentar
Entre cofres cheios e escolas sem vassouras, ergue-se o retrato amargo de um poder que confundiu gestão com vaidade. Quando o saldo bancário se tornou troféu e a omissão virou rotina, a dignidade da comunidade ficou a crédito. Agora, cabe (...)