O Tempo não usa anestesia: cicatrizes e coragem em dias maus
13.12.25 | José Manuel Alho | comentar
Deixar o Tempo operar exige uma coragem silenciosa, quase subversiva. No mundo das urgências e das impaciências, esperar que as horas lavem feridas, enquanto suportamos as dores sem anestesia, é um ato quase revolucionário. Não é (...)